Por que a IA está gerando retrabalho no seu escritório

O estudo Workforce 2026 da Korn Ferry revela um descompasso entre a implementação de ferramentas de IA e a realidade de trabalho nos escritórios jurídicos. Embora 52% dos profissionais aleguem que a IA aumentou sua carga de trabalho, 51% dos colaboradores individuais relatam ganhos de eficiência, enquanto 79% dos CEOs têm uma percepção positiva. A pesquisa indica que a falta de definição nas responsabilidades de verificação e a ausência de treinamento adequado geram retrabalho. Para mitigar isso, é crucial repensar os fluxos de trabalho e preparar os profissionais antes da adoção de novas tecnologias.

O cliente não sai porque perdeu a causa. Sai porque ficou sem resposta!

O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, foi criado em 2003 por João Carlos Rego, visando melhorar as vendas em um período comercial fraco. Com o tempo, a data se expandiu para outros estados e tornou-se um marco no varejo. No entanto, sua aplicação nas áreas jurídicas é problemática, visto que o Provimento 205/2021 da OAB impõe restrições severas a práticas de marketing, como brindes e descontos. Para advogados, o foco deve estar na fidelização por meio da comunicação efetiva e proativa, rather than em campanhas publicitárias. Ajustes operacionais são mais benéficos do que postagens formais nas redes sociais.

Claudês (ou pros íntimos, Claudio): o Direito importou um dialeto novo justamente quando estava se livrando do antigo

O texto aborda a evolução da linguagem utilizada em documentos jurídicos e seu impacto na comunicação entre advogados e clientes, destacando a emergência do chamado “claudês”, um jargão influenciado por modelos de inteligência artificial. O fenômeno reflete uma inversão na dinâmica de comunicação, onde os humanos precisam se adaptar a uma nova linguagem gerada por máquinas, em vez de estas se ajustarem ao entendimento do usuário. A falta de clareza nesse processo pode transferir custos de compreensão para os clientes, levando a um aumento de reuniões para esclarecimentos. O texto ressalta a importância de adotar uma linguagem simples e acessível no ambiente jurídico, promovendo melhores práticas de comunicação.

5 prompts jurídicos que eu realmente usaria com IA

O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) no contexto jurídico, ressaltando a necessidade de formulários adequados para evitar análises tendenciosas. A IA deve ser utilizada como uma ferramenta de auditoria crítica, analisando documentos e decisões sem pressupor fraudes ou erros. O autor propõe cinco promessas efetivas envolvendo auditoria de inconsistências, análise estratégica de sentenças e preparação para depoimentos. É essencial abordar a IA de maneira que promova a verificação, não apenas a confirmação de hipóteses, reforçando sua função como uma camada adicional de revisão antes das ações processuais.

Sua IA precisa mesmo saber tudo? A arquitetura que eu considero mais segura e inteligente para empresas

O texto aborda a gestão do conhecimento nas empresas, destacando o problema da concentração de informações em poucas pessoas-chave. Sugere que a inteligência artificial (IA) pode organizar e acessar conhecimentos, mas alerta para o risco de criar uma IA com acesso irrestrito a dados sensíveis. Propõe que as empresas desenvolvam arquiteturas de IA compostas por agentes especializados com funções definidas e acesso limitado, evitando a superexposição de informações. A abordagem deve priorizar a definição clara de funções e necessidades de acesso, promovendo uma governança eficaz dos dados e protegendo informações confidenciais, alinhando tecnologia e operações com responsabilidade.