Claude 4.8 na advocacia: entendendo esforço, pensamento e modelos com exemplos práticos

O lançamento do Claude Opus 4.8, a versão mais avançada da Anthropic, traz mudanças significativas na prática jurídica. O artigo explica como três componentes fundamentais – modelos, esforço e pensamento – oferecem controle sobre o uso da ferramenta. Os modelos variam de Haiku (para tarefas simples) a Opus (para casos complexos). O nível de esforço pode ser regulado, permitindo ajustar a profundidade de análise. Além disso, o pensamento adaptativo do Claude melhora a qualidade das respostas. Recomenda-se utilizar o Sonnet para tarefas do dia a dia e entender como aplicar as alavancas adequadamente. A importância da conferência humana e do sigilo também são destacadas.

🧠 NotebookLM + Claude: como parar de improvisar na análise jurídica

Gustavo Rocha apresenta um novo fluxo de trabalho para advogados, utilizando duas ferramentas: NotebookLM e Claude. O NotebookLM, do Google, analisa documentos e fornece respostas baseadas no conteúdo carregado, oferecendo rastreabilidade e rapidez em análises. Já o Claude é ideal para redigir peças jurídicas com coesão e adequação ao tom necessário. O autor compartilha casos de uso práticos, como análise de contratos e perfil decisório de magistrados, destacando a importância de diferenciar análise e escrita. Um e-book completo com instruções e exemplos está disponível para orientar essa implementação na advocacia moderna.

A Anthropic lançou 12 plugins jurídicos para o Claude. Veja o que realmente importa para o seu escritório

A Anthropic lançou plugins jurídicos, iniciando com um em fevereiro de 2023, o que provocou quedas nas ações da Thomson Reuters e da RELX. Em maio de 2026, foram introduzidos 12 plugins especializados que se integram ao Microsoft 365. Esses plugins, como Commercial Legal e Corporate Legal, automatizam revisões de documentos, melhorando a eficiência dos escritórios. Entretanto, é importante que cada escritório faça uma configuração detalhada (cold-start interview) para personalizar os resultados. Embora sejam ferramentas úteis, ainda requerem supervisão humana para garantir precisão, especialmente em contextos jurídicos brasileiros.

Entrevista com Santo Ivo: agentes de IA, alucinações e o advogado que ainda precisa pensar

Desde 2011, o autor escreve crônicas em homenagem a Santo Ivo, padroeiro dos advogados, refletindo sobre o uso da inteligência artificial na advocacia. Durante um diálogo fictício, Santo Ivo expressa preocupação com a dependência excessiva de IAs, como o ChatGPT, que podem gerar informações imprecisas, complicando a responsabilidade do advogado. A OAB enfatiza que, apesar das facilidades, o julgamento humano e a supervisão são essenciais. A conversa ressalta que a tecnologia deve servir ao Direito, e não o contrário, e que o advogado deve permanecer crítico e engajado no exercício de sua função.

Prompt injection na Justiça: o caso que todo advogado usando IA precisa conhecer

Em 12 de maio de 2026, um juiz trabalhista do Pará emitiu uma sentença significativa sobre ética jurídica, revelando o uso de “prompt injection” em uma petição trabalhista. O autor ocultou instruções em texto invisível para manipular um sistema de IA, buscando influenciar a análise do caso em seu favor. O juiz detectou a tentativa e puniu o autor, destacando a importância de proteger ferramentas de IA em escritórios jurídicos. O caso evidencia o risco da manipulação de documentos e a necessidade de implementar medidas de segurança e governança na utilização de IA no setor jurídico.

Que a força esteja com a sua advocacia: o que Star Wars ensina sobre gestão, tecnologia e marketing jurídico

O artigo celebra o Dia de Star Wars, usando lições da saga para abordar a transformação digital no setor jurídico. Gustavo Rocha destaca a importância da implementação eficaz de tecnologias, como IA, e a necessidade de desaprender métodos antigos que impedem a inovação. Ele enfatiza o foco em oportunidades de marketing, gestão de riscos e aprendizado a partir de erros. Com citações de personagens icônicos, Rocha incentiva profissionais do Direito a tomarem decisões firmes e a construírem conhecimento institucional para evoluir em suas práticas.

O Linux decidiu: quem usa IA para escrever código tem que dizer isso

Após meses de discussões, o kernel Linux instaurou uma política sobre o uso de inteligência artificial (IA) no desenvolvimento de código, permitindo sua utilização, mas exigindo que os desenvolvedores declarem o uso da IA. A nova etiqueta “Assisted-by” substituirá a “Signed-off-by”, ressaltando que a responsabilidade permanece com o desenvolvedor. A mudança reflete a necessidade de transparência, após incidentes onde códigos gerados por IA foram aceitos sem aviso. Esta abordagem destaca que, como na advocacia, a responsabilidade pelos resultados recai sobre quem assina, independentemente das ferramentas utilizadas.