A nova regra do STJ que pode enterrar seu recurso especial (e quase nenhum advogado sabe disso ainda)

A Emenda Regimental 53, aprovada pelo STJ em 30 de junho de 2026, introduziu o artigo 343-A, exigindo que petições iniciais e recursos ao STJ contenham um resumo dos fundamentos de fato e direito, pedidos, teor da decisão impugnada e dispositivos legais violados. Embora a regra já esteja em vigor, faltam diretrizes da Presidência do STJ sobre o formato e consequências do não cumprimento. Essa mudança visa facilitar a triagem de processos, considerando o alto volume de recursos recebidos. A estrutura e clareza nos resumos são essenciais para uma análise eficiente antes da decisão final.

Aprender não tem idade, e a minha mãe é a prova disso

O texto reflete sobre a data simbólica de 6 de julho, aniversário da mãe do autor, Marisa, que faria 80 anos. Ele compartilha memórias sobre a curiosidade dela em aprender, especialmente sobre tecnologia, apesar de seu domínio limitado. Gustavo enfatiza que a vontade de aprender não tem idade e critica a ideia de que determinadas habilidades são apenas para os jovens. Ele destaca que a inteligência artificial, embora complexa, está acessível e que muitos se sentem intimidadores. Conclui convidando as pessoas a aprenderem, independentemente da idade, em homenagem à sua mãe, que sempre buscou saber mais.

Finitude é feature, não bug

O texto reflete sobre o conto “O Imortal” de Borges e a relação com o uso da tecnologia e inteligência artificial (IA) no cotidiano. O autor, Gustavo Rocha, destaca que a imortalidade dos personagens, que resulta em vidas sem sentido, se assemelha à forma como muitos se envolvem com a tecnologia hoje. Ao usá-la para aumentar a produtividade, alguns acabam esvaziando suas vidas de significado, enquanto outros a utilizam para criar espaço para o que realmente importa. A conclusão é que, em um mundo acelerado, é essencial decidir como usar o tempo livre e escolher o que dá valor à vida.

Brasil 2 a 1 Japão: o gol que a inteligência artificial não fez (mas dizem que fez)

Um criador de conteúdo bem conhecido afirmou que a vitória do Brasil sobre o Japão na Copa do Mundo foi guiada por inteligências artificiais. Entre as tecnologias citadas, destacavam-se o Gemini, TacticAI e Football AI Pro. Entretanto, uma investigação revelou que essas ferramentas não tiveram relação comprovada com a decisão do técnico Carlo Ancelotti de manter Casemiro em campo, que foi baseada em sua experiência. O artigo adverte sobre o “AI washing”, onde tecnologias são exageradas em sua eficácia, e enfatiza que, no final, a responsabilidade das decisões deve sempre recair sobre o ser humano, não sobre a tecnologia.

O fogão quente que Einstein descreveu em 1929 é exatamente o que a IA faz com você hoje

A história da famosa citação de Einstein sobre sentar-se ao lado de uma mulher bonita e em um fogão quente é apócrifa. Embora associada a ele, a frase provavelmente foi criada por sua secretária, Helen Dukas, que a transmitiu à imprensa. A citação surgiu em 1929 e foi distorcida ao longo dos anos. O episódio destaca a dificuldade de Einstein de explicar sua complexa teoria da relatividade. O autor relaciona essa história à pressão atual por adoção de tecnologias, como a inteligência artificial, ressaltando que as necessidades variam conforme o contexto, não sendo todos obrigados a seguir tendências urgentes.

Quase todos os jurídicos corporativos do Brasil querem trocar de sistema. O problema é que vão errar de novo pelo mesmo motivo.

Uma pesquisa recente revelou que 92,3% dos departamentos jurídicos corporativos no Brasil desejam trocar seus sistemas atuais de gestão de contratos (CLM) e planejamento de recursos empresariais (ERP). Este resultado, oriundo da 1ª Pesquisa de Satisfação do Jurídico no Brasil, conduzida pela ACC Brasil e CLOC Brasil, mostra um alto nível de insatisfação com os serviços pós-venda, com 72,8% dos respondentes afirmando que suas expectativas não foram atendidas. Além disso, 58,7% consideram mudar de fornecedor até 2026 e 57,4% desejam trocar de escritório parceiro, indicando uma reformulação nas relações do ecossistema jurídico.