O AI Act já chegou aos negócios brasileiros, mesmo sem ser uma lei do Brasil

A nova regulação europeia de inteligência artificial, o AI Act, começa a impactar empresas no Brasil, mesmo sem vínculo direto com a Europa. A norma, em vigor desde agosto de 2024, afeta fornecedores e empresas que colocam sistemas de IA no mercado europeu, exigindo governança e transparência. Empresas brasileiras devem estar preparadas para responder a questionamentos sobre seu uso de IA, inclusive na proteção de dados. A implementação do AI Act cria oportunidades para a advocacia, que pode ajudar as empresas a entender riscos e a desenvolver políticas e estratégias adequadas, tornando-se crucial antes que apareçam conflitos legais.

Psicologia da inteligência artificial: O que a forma como conversamos com a IA pode revelar sobre nós?

A Inteligência Artificial (IA) transformou rapidamente o cotidiano, permitindo interações diárias que influenciam comportamentos, decisões e relações humanas. Embora a tecnologia traga benefícios, como a organização de informações e perspectivas, seu uso levanta questões sobre a dependência e a busca por validação externa. O uso excessivo da IA pode dificultar a autonomia e contribuir para o perfeccionismo, alterando nossas expectativas. A relação com a IA é complexa, e a responsabilidade emocional permanece humana. Refletir sobre como interagimos com essas ferramentas é essencial para entender suas implicações em nossa vida pessoal e social, sem substituir a necessidade de conexões humanas significativas.

Quando a IA saiu do slide e entrou na prática: o que a Cidade da Advocacia mostrou

A Cidade da Advocacia destacou a importância da Inteligência Artificial (IA) na prática jurídica, evidenciando que sua aplicação já é uma realidade cotidiana. Durante o evento, foram abordadas maneiras práticas de utilizar IA para otimizar processos, desde a análise de contratos até a preparação para reuniões. A responsabilidade no uso da tecnologia foi enfatizada, incluindo a necessidade de revisão humana e a importância de manter dados sensíveis protegidos. Além disso, discutiu-se o marketing jurídico, ressaltando que a identidade e a experiência do advogado são insubstituíveis. O evento incentivou a adoção gradual e consciente de IA na advocacia.

IA que lê contratos: como transformar números complexos em estratégia jurídica

A contratação de crédito se tornou mais simples, mas muitos consumidores ainda têm dificuldades para entender os contratos de empréstimo. Gilberto Scislewski Filho enfatiza a falta de transparência na informação, destacando que conhecer o valor recebido não é suficiente para entender as obrigações financeiras. A Inteligência Artificial (IA) pode ser uma ferramenta útil para advogados, organizando informações e facilitando a análise de contratos complexos, sem substituir a interpretação jurídica. A plataforma Calculus.Legal exemplifica essa aplicação, ajudando consumidores e advogados a compreender melhor as condições e riscos envolvidos em contratos, promovendo uma comunicação mais clara e objetiva.

Seu recurso especial pode morrer antes do mérito: aprenda a usar IA para provar relevância no novo filtro do STJ

Em agosto de 2026, Gustavo Rocha analisou a Emenda Regimental nº 53/2026 e a Lei nº 15.484/2026, que introduziram novas exigências para petições ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). O art. 343 A do Regimento Interno exige um resumo detalhado dos fatos e fundamentos, enquanto a Lei nº 15.484/2026 demanda uma demonstração de relevância das questões federais infraconstitucionais. Essa nova regulamentação visa garantir que as petições expliquem claramente o impacto da questão no sistema jurídico. A forma inadequada pode resultar em inadmissão do recurso, enfatizando a necessidade de aprimoramento nas técnicas de argumentação jurídica e uso cauteloso da inteligência artificial.

Quatro dias para pensar a advocacia que já começou

A Cidade da Advocacia acontecerá de 4 a 8 de agosto de 2026, no Cais Embarcadero em Porto Alegre, com inscrições gratuitas já disponíveis. O evento abordará a intersecção entre inteligência artificial, competitividade, controladoria e marketing jurídico. O profissional Gustavo Rocha participará de todas as atividades, começando com um workshop sobre a aplicação prática da inteligência artificial na advocacia. Ele destacará a importância de integrar tecnologia e gestão, enfatizando que uma implantação eficaz exige uma organização prévia dos fluxos de trabalho. Além disso, abordará como essa tecnologia pode impactar a controladoria e o marketing jurídico de forma ética e estratégica.