Finitude é feature, não bug
O texto reflete sobre o conto “O Imortal” de Borges e a relação com o uso da tecnologia e inteligência artificial (IA) no cotidiano. O autor, Gustavo Rocha, destaca que a imortalidade dos personagens, que resulta em vidas sem sentido, se assemelha à forma como muitos se envolvem com a tecnologia hoje. Ao usá-la para aumentar a produtividade, alguns acabam esvaziando suas vidas de significado, enquanto outros a utilizam para criar espaço para o que realmente importa. A conclusão é que, em um mundo acelerado, é essencial decidir como usar o tempo livre e escolher o que dá valor à vida.