5 prompts jurídicos que eu realmente usaria com IA

O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) no contexto jurídico, ressaltando a necessidade de formulários adequados para evitar análises tendenciosas. A IA deve ser utilizada como uma ferramenta de auditoria crítica, analisando documentos e decisões sem pressupor fraudes ou erros. O autor propõe cinco promessas efetivas envolvendo auditoria de inconsistências, análise estratégica de sentenças e preparação para depoimentos. É essencial abordar a IA de maneira que promova a verificação, não apenas a confirmação de hipóteses, reforçando sua função como uma camada adicional de revisão antes das ações processuais.

Sua IA precisa mesmo saber tudo? A arquitetura que eu considero mais segura e inteligente para empresas

O texto aborda a gestão do conhecimento nas empresas, destacando o problema da concentração de informações em poucas pessoas-chave. Sugere que a inteligência artificial (IA) pode organizar e acessar conhecimentos, mas alerta para o risco de criar uma IA com acesso irrestrito a dados sensíveis. Propõe que as empresas desenvolvam arquiteturas de IA compostas por agentes especializados com funções definidas e acesso limitado, evitando a superexposição de informações. A abordagem deve priorizar a definição clara de funções e necessidades de acesso, promovendo uma governança eficaz dos dados e protegendo informações confidenciais, alinhando tecnologia e operações com responsabilidade.

GPT 6 Astra chegou: agora não basta escolher o modelo, é preciso escolher quanto ele deve pensar

O Astra aprimora a competência do ChatGPT para lidar com tarefas jurídicas complexas, permitindo a escolha do nível de esforço de raciocínio para cada situação. Antes, a escolha era apenas sobre o modelo; agora, o advogado deve considerar tanto a capacidade do modelo quanto o esforço a ser aplicado, conforme a complexidade da tarefa. O uso eficiente do Astra se dá quando há necessidade de relacionar diversas informações e documentos, preservando conexões importantes. Mantém-se a relevância de outros modelos, e a escolha deve levar em conta a dificuldade da tarefa e se o trabalho requer uma análise mais profunda ou uma execução rápida.

Fable 5.1: o novo topo do Claude, e o guia completo dos quatro modelos pro seu escritório

A Anthropic lançou o Fable 5.1, o modelo mais avançado de sua linha, com três melhorias significativas: redução de custo em até 45%, capacidade aprimorada para raciocínio longo e maior precisão em segurança. A família Claude possui quatro modelos: Haiku 4.5 (rápido e econômico), Sonnet 5 (equilíbrio ideal para uso diário), Opus 5 (para tarefas complexas) e Fable 5.1 (para casos de alta complexidade). Cada modelo tem especificações e custos distintos, sendo essencial escolher o adequado para evitar gastos desnecessários em inteligência artificial no setor jurídico. A implementação de políticas de uso é recomendada para otimizar resultados.

O golpe do falso advogado ficou mais sofisticado: a dica de um delegado que todo escritório deveria repassar aos clientes

Um delegado compartilhou um material sobre o golpe do falso advogado, destacando a sofisticação das fraudes que agora usam dados reais e tecnologia como inteligência artificial. O criminoso investiga os processos judiciais para criar mensagens convincente. Orientações para escritórios incluem a necessidade de alertar clientes sobre a veracidade das informações e o perigo de compartilhar dados ou instalar aplicativos enviados por WhatsApp. Propostas práticas, como a inclusão de cláusulas antifraude nos contratos e o uso de comunicação proativa, visam educar os clientes sobre segurança digital. A confiança entre advogado e cliente é um foco central nas estratégias de prevenção.

Seu contrato de honorários ainda é de 2020? A advocacia mudou, os golpes mudaram e a inteligência artificial também

Em julho de 2026, a Lei nº 15.472 alterou o Estatuto da Advocacia, destacando a natureza alimentar dos honorários e seu tratamento prioritário em casos de recuperação e insolvência. A mudança sugere que escritórios reavaliem seus contratos de honorários à luz das novas práticas de comunicação e tecnologia, como o uso de inteligência artificial e pagamentos digitais. A modernização contratuais deve incluir tópicos como canais oficiais, proteção contra fraudes e cláusulas específicas sobre o uso de tecnologia, assegurando uma relação mais segura e estruturada entre advogados e clientes. A revisão contratual é, portanto, imprescindível para adequação à realidade atual.