Fable 5.1: o novo topo do Claude, e o guia completo dos quatro modelos pro seu escritório

A Anthropic lançou o Fable 5.1, o modelo mais avançado de sua linha, com três melhorias significativas: redução de custo em até 45%, capacidade aprimorada para raciocínio longo e maior precisão em segurança. A família Claude possui quatro modelos: Haiku 4.5 (rápido e econômico), Sonnet 5 (equilíbrio ideal para uso diário), Opus 5 (para tarefas complexas) e Fable 5.1 (para casos de alta complexidade). Cada modelo tem especificações e custos distintos, sendo essencial escolher o adequado para evitar gastos desnecessários em inteligência artificial no setor jurídico. A implementação de políticas de uso é recomendada para otimizar resultados.

O golpe do falso advogado ficou mais sofisticado: a dica de um delegado que todo escritório deveria repassar aos clientes

Um delegado compartilhou um material sobre o golpe do falso advogado, destacando a sofisticação das fraudes que agora usam dados reais e tecnologia como inteligência artificial. O criminoso investiga os processos judiciais para criar mensagens convincente. Orientações para escritórios incluem a necessidade de alertar clientes sobre a veracidade das informações e o perigo de compartilhar dados ou instalar aplicativos enviados por WhatsApp. Propostas práticas, como a inclusão de cláusulas antifraude nos contratos e o uso de comunicação proativa, visam educar os clientes sobre segurança digital. A confiança entre advogado e cliente é um foco central nas estratégias de prevenção.

Seu contrato de honorários ainda é de 2020? A advocacia mudou, os golpes mudaram e a inteligência artificial também

Em julho de 2026, a Lei nº 15.472 alterou o Estatuto da Advocacia, destacando a natureza alimentar dos honorários e seu tratamento prioritário em casos de recuperação e insolvência. A mudança sugere que escritórios reavaliem seus contratos de honorários à luz das novas práticas de comunicação e tecnologia, como o uso de inteligência artificial e pagamentos digitais. A modernização contratuais deve incluir tópicos como canais oficiais, proteção contra fraudes e cláusulas específicas sobre o uso de tecnologia, assegurando uma relação mais segura e estruturada entre advogados e clientes. A revisão contratual é, portanto, imprescindível para adequação à realidade atual.

Brasil: da adoção da IA ao impacto econômico

A inteligência artificial já se integrou ao cotidiano profissional no Brasil, com 215 milhões de mensagens diárias enviadas ao ChatGPT, destacando o país entre os três maiores mercados da plataforma. Aproximadamente 35% das interações são relacionadas ao trabalho, mostrando crescente adoção pelas empresas. A tecnologia não apenas facilita a produção de textos, mas transforma processos, aumentando a produtividade. Escritórios de advocacia precisam entender a diferença entre produção de conteúdo e raciocínio jurídico. A integração da IA à infraestrutura organizacional é essencial para capturar valor, garantindo governança adequada. O impacto econômico da IA poderá ser significativo, exigindo adaptação nos modelos de negócio.

Provimento 255 do CNJ: a execução judicial começa a falar a língua dos dados, da gestão e da inteligência artificial

O Provimento 255 do CNJ, de 2026, representa uma mudança significativa na abordagem da execução judicial, incorporando conceitos de gestão orientada por dados, inteligência artificial e automação. A norma não se limita a otimizar processos, mas estabelece a efetividade da execução como uma política pública e inclui a criação de Núcleos de Pesquisa Patrimonial pelos Tribunais. O uso responsável de IA é evidente, com diretrizes para sua aplicação sem substituir a atuação humana. Essa transformação desafia escritórios a adotar uma visão analítica e estratégica, considerando a quantidade de dados disponíveis e a importância da governança no uso da tecnologia.