Sexo e advocacia. Hein?

dia-do-sexoNo dia 6 de Setembro (6/9 – sugestivo, não?) temos a comemoração do dia do sexo… Surreal, não é?

Contudo, quando pensamos em ambos os termos temos muita similaridade com a advocacia.

Vejamos:

Quando falamos em relação sexual, temos envolvidos carinho, afeto, atenção, desejo, interesse, química, física, biologia, entre outros.

Na relação do advogado e cliente, tem tudo isto e só não deve ter o sexo, por óbvio.

Para cativar um cliente temos que ser gentis, temos que demonstrar interesse na sua causa, temos que ter química de empatia com o cliente, muitas causas envolvem conhecimentos de física e biologia e mais do que tudo isto: Ambas as partes precisam querer para tudo acontecer.

Isto nos remete aos 3 elementos de convencimento de um cliente:

  1. Need
  2. Like
  3. Trust

O cliente precisa achar que precisa (need) do advogado. Ele precisa gostar do que o advogado apresenta pra ele (like). E ele precisa confiar (trust) para passar a procuração.

O mesmo vale para um antes e ida para relação sexual… Os parceiros precisam achar que é necessário tê-la (need), precisam gostar um do outro, seja fisicamente, intelectualmente ou por outros meios (like) e tem que ter confiança no parceiro (trust), o que não deve impedir uso de preservativos, tanto na relação quando na advocacia (contrato de honorários).

Igualmente, aquele que procura sexo por sexo, dificilmente obtém sucesso. Aquele que procura cliente vendo nele apenas o resultado financeiro, igualmente não obtém sucesso.

Como nas relações humanas, o trato com o cliente é um jogo de sedução, olhares, interesses e acertos prévios.

Aliás, se nas relações acertarmos previamente antes, ninguém fica com mão boba ou outras coisas bobas… Na advocacia o mesmo vale. Tudo por escrito, negociado com o cliente antes, e ninguém fica achando que foi traído ou enganado.E você que leu este post e achou que era sacanagem… Por favor… Sacanagem tem hora pra ser bom. E na advocacia isto nunca é bom.Aprenda a convencer o seu cliente que o seu escritório vale a pena. Pode ser um início de um namoro, quiçá um casamento… Muito mais do que apenas uma noite ou uma ação judicial.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

GustavoRocha.com – Consultoria em Gestão e Tecnologia Estratégicas

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