E agora Batman? O homem morcego e a carreira jurídica!

Muitos quando pensam no Batman tem a figura dos atores que em cena interpretaram o homem morcego (eu lembro sempre de dois amigos: Janaína Detânico e Daniel Saraiva), todavia, a grande maioria das pessoas desconhece uma faceta de um ator que interpretou o Batman (quiçá numa versão inesquecível a grande maioria de nós) que é um exemplo de gestão e carreira: Michael Keaton era claustrofóbico.

Vejamos uma reportagem sobre o tema:

Aprenda esta lição de carreira com o Batman para lidar com mudanças

Adaptabilidade de carreira é o conceito contemporâneo que substitui a ideia de “maturidade de carreira”. No século XX, as estruturas de trabalho estáveis permitiam que se idealizasse uma trajetória de carreira linear, com constantes progressões de cargo, salário e prestígio.

As carreiras atuais se transformaram ao longo dos tempos e muitas vezes são caracterizadas por instabilidade, multilinearidade, multiplicidade de possibilidades, fazendo com que os colaboradores estejam atentos ao novo cenário.

A carreira não é mais gerida pelas organizações e sim pelo indivíduo, que deve identificar os contextos e buscar constantemente o aprimoramento do seu desenvolvimento, habilidades e capacidades. Investir em si próprio, nos seus propósitos de carreira é que abrirão as portas das oportunidades e da empregabilidade.

Muitos profissionais ainda jovens, pela cultura protecionista e familiar, além da escolar geraram grandes dificuldades de desenvolvimento da proatividade, levando assim potenciais talentos a se perderem nas possibilidades de carreira, esperando sempre por alguma iniciativa das organizações.

A adaptabilidade é definida como a capacidade de se estar apto a absorver as mudanças nas condições do trabalho. É um conjunto de atitudes identificadas, como a atenção (atitude de se manter atento ao futuro), controle (reação que tem impacto direto no futuro profissional), curiosidade (estar de olho em todas as possibilidades e oportunidades) além da confiança (essa sim diz respeito à convicção de que os esforços terão resultados positivos através de uma postura otimista e determinada apesar dos desafios e obstáculos que possam aparecer).Veja também

Quer um exemplo da vida real para um dos personagens mais famosos do mundo?

Com a responsabilidade de vestir o traje do super-herói mais famoso do cinema, o Batman, o ator Michael Keaton aproveitou de sua claustrofobia. Isso mesmo.

Segundo o ator, o tom fechado e sombrio do personagem – um dos pontos mais elogiados de sua atuação – só foi possível porque a roupa do homem morcego o deixava praticamente confinado. Acredita que ele não conseguia nem ouvir direito quando usava a máscara?

E apesar de ter sido o pioneiro e considerado por muitos fãs o melhor Batman de todos os tempos, a aceitação não foi fácil para ele. Reconhecido na época como um ator de comédia, a sua escalação para o filme gerou bastante controvérsia antes da estreia e a adaptação ao gênero de aventura, com tom dramático, rendeu ainda o humor ideal para a personagem.

Portanto, não importa se é na indústria do cinema ou na carreira, mas se adequar às mudanças será sempre necessário. E nos processos seletivos do atual mundo VUCA, um dos principais pré-requisitos é a capacidade de adaptação. Portanto, vamos ser flexíveis sempre na vida profissional e pessoal.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/aprenda-esta-licao-de-carreira-com-o-batman-para-lidar-com-mudancas/

 

Imagine vestir uma roupa pesada, totalmente fechada e sendo este o seu maior medo?!

Pense nos seus medos, pense naquilo que realmente te angustia e principalmente no que você tem deixado de lado em nome da zona de conforto.

Lembre-se, ele era ator de comédia e não de filmes de ação.

Você pode ser muita ação e pouco planejamento, pode ser muito planejamento sem execução, entretanto o que realmente importa é como você vai lidar com a situação.

O mesmo vale para aqueles que tem medo da tecnologia, do mercado, do governo, do chefe… Somos nosso pior inimigo. Enfrentar nossos medos, nossas angustias e nos adaptarmos não se trata de um diferencial, mas sim de uma necessidade.

Nas palavras de Leon C Megginson: Não é o melhor, nem mais inteligente que sobrevive, mas sim aquele que melhor se adapta.

Sejamos então camaleões da nossa labuta diária!

Somente assim poderemos encontrar diferenciais para que o nosso esforço seja diferente para o mercado.

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Sou Gustavo Rocha CEO da Consultoria GustavoRocha.com  | Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos
Robôs  | Inteligência Artificial  | Jurimetria
(51) 98163.3333  | gustavo@gustavorocha.com  | www.gustavorocha.com

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