Não tenha medo do lucro! #DepartamentoasQuintas

Photo by Allef Vinicius on Unsplash

O que realmente move as empresas e os escritórios jurídicos (que deveriam entender que são empresas também, mas sou obrigado a mencionar, posto que muitos ainda não compreendem esta realidade)?

A resposta óbvia é o lucro. Aquilo que sobra depois de pagar todas as contas, reinvestir no negócio, ter uma pequena reserva financeira, num grosso modo de explicar, lógico.

Para quem trabalha numa empresa dentro do departamento jurídico, esta lógica deveria ser mais presente, pois as empresas almejam lucros para crescerem, se manterem no mercado e assim conquistarem mais espaço, gerando empregos, oportunidades e por aí a fora.

Para quem trabalha em escritórios de advocacia, a realidade também é similar, e muitas vezes pior, posto que gerenciar um ambiente que não tem recebimentos fixos não é nada simples.

Entretanto, devemos focar na ideia de lucro em cada instante da nossa atuação profissional. Seja pessoal, seja no ambiente corporativo.

O advogado ao dar uma informação, uma consulta, está fornecendo em alguns minutos anos de estudo, conhecimento e experiência. Qual a vergonha de cobrar por isto? Qual o medo do lucro em algo que é um serviço prestado?

O mesmo vale para a gestão e para tecnologia. Porque manter colaboradores ou profissionais desalinhados ao escopo do negócio? Precisamos de bons profissionais, daqueles que querem evoluir, mas há aqueles que não se adaptam a realidade da empresa. Isto é normal. E vejo muitos mantidos porque é cômodo, porque tem outros que suprem eventuais faltas destes, enfim, há uma tentativa de rotina que se pensarmos na empresa como um todo percebemos o erro estratégico cometido, pois dinheiro mal investido é dinheiro que não dá retorno.

Não sejamos hipócritas ao dizer que dinheiro não importa. É o resultado, é o lucro que mantém viva a empresa e todos trabalhando com empregos em dia, salários garantidos.

E o advogado não vive de vento! Ele vive do lucro, do que sobra depois de pagar as contas.

Você já se deu conta que todo mês inicia com uma dívida? Seu mês abre com uma dívida no mínimo das despesas fixas, como aluguel, telefone, salários de colaboradores. Depois, entram honorários, sucumbências, consultas, etc e as contas começam a ser pagas.

Não existe almoço grátis, já diz o brocardo. Precisamos valorizar a profissão jurídica, seja na advocacia, seja no corporativo. Esta história de uma olhadinha no processo, uma informação, tem preço, tem valor agregado, tem conhecimento sendo entregue e, portanto, deve ser remunerado.

Não podemos ter vergonha do lucro! Não podemos ter vergonha do sucesso!

Se hoje você inicia o mês com as contas pagas e pode navegar mais por este motivo, quer dizer que conquistou um espaço para que isto hoje seja uma realidade e não foi de mão beijada, porque na advocacia não existe o trabalho de 8 horas (quiçá 4 horas como alguns dizem que existe na letra fria da lei trabalhista): Advogado trabalha muito mais de 10 horas por dia, finais de semana, feriado, FÉRIAS INCLUSIVE.

Então, advogado, não aceite migalhas: Prove o seu valor cobrando aquilo que você estudou, aprendeu e tem experiência para exercer.

Aprenda que ter lucro é mais do que apenas resultados, é uma questão de sobrevivência!

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Sou Gustavo Rocha

CEO da Consultoria GustavoRocha.com – Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos

(51) 98163.3333  | gustavo@gustavorocha.com  | http://www.gustavorocha.com

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