Inteligência Emocional

O que seriamos sem inteligência? Animais?

O que seriamos sem emoções? Robôs?

Agora o misto destas duas palavras se transforma num objeto de desejo cada vez maior do mundo empresarial: Inteligência emocional.

O principal fato da inteligência emocional se relaciona a maturidade emocional da pessoa.

Se eu digo: “Este trabalho está uma ruim!” Para algumas pessoas estarei ofendendo a própria pessoa, como se fosse uma injúria. Para outras, apenas dirão: “Ok, o que vamos fazer para melhorá-lo?”.

O exemplo demonstra que quando entendemos que o trabalho pode ser criticado e não estamos criticando a pessoa que o fez, estamos agindo com maturidade e inteligência emocional.

Num mundo corporativo, onde cada vez mais se cobra prazos, resultados, eficiência e eficácia, temos a inteligência emocional como elemento indispensável para o sucesso profissional.

O advogado que recebe pressão para findar um prazo e mesmo assim compreende que o seu subordinado precisa de tempo para entregá-lo e por isto deve respeitar o tempo dele, está agindo com inteligência emocional.

Não basta dizer, tem que agir.

Inteligência emocional está intimamente ligada aos negócios e não é o mesmo que descaso emocional.

Não devemos ser frios e calculistas.

Cada vez mais a comunicação está interligada ao ser humano. Não queremos nos comunicar com máquinas. Queremos ter o calor do ser humano nos debates, mas sempre em relação a idéias, nunca em relação a pessoas.

Ser um bom profissional é muito mais que boa técnica, é estratégia de pessoa, marketing e jurídica. Está intimamente ligada a fatores internos como conhecimento e maturidade emocional com inteligência, bem como fatores externos, como rede de relacionamentos e contatos.

Pense nisto!

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