Amor, paixão, advocacia = sucesso!

Ontem vocês acompanharam uma receita de marketing jurídico puro e totalmente aceito pela OAB= relacionamentos, contatos.

Vamos então pensar em algo simples, que muitas vezes é “esquecido” pelos advogados: A PAIXÃO PELA ADVOCACIA!

Os anos vão passando, clientes vem e vão, o sucesso acontece e quando percebemos temos 20, 30, 50, 100 funcionários conosco, o trabalho tem uma rotina que nem entendemos e somos “diretores”, “gestores”, “sócios-majoritários” do “negócio”…

O sonho era a JUSTIÇA ACIMA DE TUDO!

O sonho era LUTAR PELOS MAIS FRACOS E OPRIMIDOS!

O sonho era tão real, tão verdadeiro, que aconteceu, mudou e hoje nos perguntamos: Como isso aconteceu?

Leis de mercado, dirão alguns. Necessidade, dirão outros. Mas, pergunte ao agora “sócio-fundador” se o sonho dele acabou… NÃO, ÓBVIO QUE NÃO!

Este mesmo sonnho, que em fato é um objetivo, deve estar presente em cada funcionário, para que este sonho seja a representação mais exata do que o escritório é.

Não é simples, temos prazos, controles, indicadores, sistemas, enfim, muito para fazer, pouco tempo para existir.

Contudo, justamente uma conversa de corredor sobre o sonho do fundador, uma reunião que termina com uma conversa informal, um happy hour para que todos possam se conhecer e o “sócio-majoritário” possa ser um colega de trabalho, o “sócio-fundador” um contador de estórias divertidas, enfim, que possa o escritório se socializar.

É o amor que move a advocacia.

Não é dinheiro. Não é sucesso. É amor.

Dinheiro, sucesso, fama, tudo consequências. A causa disto é a paixão voraz que consome nós advogados no ofício de salvarmos pessoas, de lutarmos por aquilo que acreditamos, sonhamos e, quiçá, realizamos.

Que este amor seja eterno enquanto dure, diria Drummond.

Que este amor seja a razão da tua profissão, diz Gustavo Rocha.

Muito amor para todos nós!!!

6 comentários sobre “Amor, paixão, advocacia = sucesso!

  1. Obrigado J.Correa pelo seu comentário!

    Indenizações hoje são apenas algo para satisfazer um pedido do advogado. Não existe, ao meu ver, aplicação da responsabilidade civil como se deveria.

    Bem ponderado o artigo citado no comentário.

    Boa semana!!!

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