A velha conhecida #DepartamentoasQuintas

Nestes cenários tão complexos que estamos vivendo, seja na sociedade, seja no mercado, seja na política, seja nas relações humanas, enfim, em cada passo dado, um problema encontrado, podemos deixar de perceber ou até mesmo esquecer que sempre há dois lados da moeda.

Quando o dólar aumenta, alguém ganha, outro perde. Quando há mudanças no mercado, o mesmo acontece, uns ganham, outros perdem.

Estamos vivendo um momento de crise no Brasil e no mundo como um todo. Um momento de transformação substancial em que inúmeras oportunidades estão se abrindo e outras tantas situações fechando empresas, demitindo pessoas, entre outros contextos.

Neste sentido, divido um artigo de Sandro Serzedello e teço alguns comentários após:

A velha conhecida

(Sandro Serzedello)

Eu sou uma velha conhecida.

Já destruí impérios, mas também ajudei vários outros a se erguerem.

Quando eu chego, ninguém percebe. Ah… mas quando se dão conta, ficam desesperados.

Isso porque eu trago mudanças, e quase ninguém gosta quando as coisas mudam.

Eu sou o antídoto contra um dos maiores males da humanidade: a acomodação.

Muita gente me vê como vilã, mas você pode aprender muita coisa comigo. Se quiser, é claro.

Alguns me chamam de oportunidade, mas sou mesmo conhecida como Crise.

As pessoas costumam ter medo de mim, mas eu sou apenas uma consequência das suas decisões.

Meu conselho para você é:

Quando eu não estiver aqui, prepare-se para a minha chegada; enquanto eu estiver, não perca a
esperança… daqui a pouco eu vou.

Fonte: https://geracaodevalor.com/blog/a-velha-conhecida/

 

O velho bordão de que o problema da crise é a letra “s”, pois sem ela, temos a palavra crie. Na crise, temos que encontrar oportunidades, dizem tantos outros.

Em fato, nos momentos que vivenciamos de transformações, o que não podemos é perder a esperança. Como bem referenciado pelo texto, crises vem e vão, e como tudo na vida, são cíclicas.

A nossa abordagem diante delas é que vai fazer a diferença.

A questão não é apenas continuar empregado, é entender que a relação de trabalho mudou, não se quer mais apenas um empregado, se procuram colaboradores, pessoas que possam criar (mesmo sabendo que muitas empresas ainda assim não exerçam seu dia a dia, esta é uma realidade que está em constante transformação), pessoas que possam encontrar soluções e não apenas relatar problemas, pessoas que possam compreender, mais do que apenas entender.

Mudou a forma de se conseguir crédito, mudaram as instituições financeiras, mudaram até as moedas que passaram a ser virtuais, mudaram os clientes, enfim, mudou o mundo e estamos vivenciando mudanças diárias de tudo que conhecemos.

O que era uma verdade há alguns meses, já pode hoje não ser uma verdade.

E o que não quer calar: Porque o seu escritório, sua rotina, seus fluxos, sua tecnologia não mudam?

Como você pode acreditar que ficar parado ou apenas fazer o seu trabalho irá fazer acontecer as coisas na sua vida?

A velha conhecida está aí, incomodando, mudando hábitos, criando problemas, mas aqueles que já a conheciam, se prepararam pra ela e estão a enfrentando com um pouco menos de toda a turbulência que ela causa.

Em qual time você quer estar na próxima vez que a velha conhecida vier? No time de quem a conhece, sabe que ela pode vir e se prepara para a mudança ou para quem vai ficar apenas observando e sofrendo ela passar?

#VocêDecide e #VocêAssumeasConsequencias

 

Fraterno abraço,

Gustavo Rocha


Consultoria GustavoRocha.com

Gestão, Tecnologia e Marketing Estratégicos


(51) 98163.3333  | gustavo@gustavorocha.com  | www.gustavorocha.com

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