Lições de um feriado de Páscoa #DepartamentoAsQuintas

miudo_bonito_da_pascoa_no_terno_do_coelho_gravata-r4a5392c5da6a41e4bd0b8de36da04081_v9whb_8byvr_324Páscoa é símbolo da ressureição de Cristo, ao meu ver, símbolo máximo do amor e do perdão.

Diante desta premissa de amor e perdão, quais lições podemos aprender?

Primeiro penso que devemos entender que somos seres sociais, quer dizer, nos relacionamos por natureza. Nem sempre de forma sadia, eu sei, mas nos relacionamento sempre.

Em segundo, importante salientar que a base de qualquer empresa  são as pessoas.

Assim sendo, parece lógico que devemos amar e perdoar as pessoas, certo?

Sim e não.

Sim, devemos ser amáveis, gentis e sempre que puder e for racional fazê-lo, devemos perdoar as pessoas.

Contudo, devemos levar em conta que apenas amar e perdoar não resolve.

Devemos compreender os objetivos que as pessoas tem ao fazerem as coisas e analisar sob o prisma profissional e pessoal.

Como assim?

Vamos supor que um colaborador do departamento jurídico informou errado um dado interno da empresa ao escritório terceirizado e assim foi perdido um processo com prejuízo real a companhia.

Alguns querem crucificar o colaborador.

Outros, demitir já é o suficiente.

Outros ainda pensam que o erro sempre é do terceirizado.

E será que ninguém pensa que tudo pode ter acontecido por falhas no fluxo interno e/ou com o terceirizado? Que podemos estar diante de um fato que demitir a pessoa em nada mudará?

E será que ninguém acompanha o colaborador para perceber que ele pode ter um perfil desatento, quiçá útil para algumas atividades, mas não para esta de intercâmbio com os terceirizados?

Será que não aprendemos o que Cristo nos ensinou como premissa básica: Amar aos outros assim como eu vos amei, Ele disse. Então, devemos aplicar uma régua de razão como medida da justiça antes de condenar ao outro. Devemos compreender o que aconteceu, porque aconteceu, se a falha que se deu não está incrustada no fluxo e assim poderá acontecer novamente.

Quer dizer, devemos analisar todos os ângulos, antes de condenar e crucificar, pois podemos estar crucificando alguém inocente e soltando ladrões (fluxos), como há mais de dois mil anos foi feito e parece que muitos ainda não aprenderam a lição.

Vamos aproveitar este feriado para melhor analisar os fatos sem procurar unicamente culpados, mas sim o porque dos erros. Só neste fato podemos aprender mais que uma lição profissional, uma lição de vida.

#FicaaReflexão
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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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