Egrégora #DepartamentoasQuintas

cartazamigos-2Egrégora. Uma palavra não muito utilizada, mas que faz toda a diferença.

Segundo a Wikipédia:

Egrégora, ou egrégoro para outros, (do grego egrêgorein, Velar, vigiar), é como se denomina a entidade criada a partir do coletivo pertencente a uma assembleia, ou seja, é um campo de força criado no Plano Astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões mentais e emocionais.

 

Ao meu ver, egrégora pode ser definido como um sentir comum coletivo, que permeia as relações e sentimentos, junto com a razão e propósito de um ser igualmente coletivo.

E dentro do universo corporativo? Qual a egrégora?

Você já se deparou com empresas que você entra e parece que nada funciona?

Ou com empresas que você não consegue compreender o porque, mas nada lhe agrada?

Podemos estar diante de uma egrégora truncada.

Obviamente não precisamos de feng shui ou um exorcista quando isto acontece. O que realmente precisamos é compreender que 3 coisas auxiliam numa egrégora boa e em simbiose:

Gestão, Tecnologia e Pessoas. Não necessariamente nesta ordem, mas sempre com a gestão e pessoas antes da tecnologia.

A gestão mantém ordem dos fluxos internos, ajusta funções, propõe maior transparência e clareza das situações.

A tecnologia auxilia a gestão a ser mais eficiente e eficaz. Faz o trabalho mecânico, repetitivo que deixar um ser humano fazer é desumano com a pessoa, pois lhe tira a capacidade de pensar.

Pessoas. A base de qualquer organização. É através delas e para elas que existe a egrégora.

E um equilíbrio destas fontes nos traz uma paz de trabalho, com clareza do que se fazer, quando fazer, de monitorar fluxos para encontrar falhas (e não falhas de pessoas) e transparência nas relações com as pessoas… Ufa!

Não é simples nem fácil ter uma egrégora…

Mas, você demonstra a sua equipe as suas verdades, valores e porquês?

Você tem clareza de tudo que acontece?

Você escuta a equipe e suas reivindicações, dizendo sim para o que é plausível e não para vôos que não pertencem ao negócio?

Enfim,

Você faz parte e batalha para uma boa egrégora?

Se não faz, não adianta reclamar das conseqüências…

#Ficaadica

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

GustavoRocha.com – Gestão e Tecnologia Estratégicas

Bruke Investimentos – Negócios,  Valuation, Fusões e Aquisições, Oportunidades

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