Divórcio colaborativo nos EUA. Por que não no Brasil?

divorcio litigioso alianca e marteloEscuto sistematicamente por advogados brasileiros que o mercado está saturado, que cada vez mais temos profissionais no mercado e menos oportunidades e por aí a fora.

Penso que temos muito mercado. Que cada vez mais, aliás, o mercado está mudando e se transformando em novas oportunidades.

Uma das grandes problemáticas daqueles que pensam em falta de mercado é pensar apenas no trivial, no mercado óbvio e que todos querem atuar.

Todos querem fazer o trabalhista, poucos pensam em como estabelecer produtos específicos neste mercado e menos ainda pensam em como estruturar um mercado para atrair clientes nesta área.

A grande maioria quer ficar atrás de uma mesa fazendo petições e esquece que é no mercado que a advocacia acontece.

Muitos culpam o código de ética e esquecem que através dele existe marketing, o que não existe é propaganda.

E pior: Muitos tratam os outros advogados como inimigos e não como colegas.

Nos EUA temos uma modalidade de divórcio que não é o litigioso, nem o arbitral, nem mesmo mediação, nem o consensual: Se chama colaborativo.

Neste tipo de divórcio precisamos interagir plenamente com o outro colega advogado, chamar outros profissionais para atuarem no processo e precisamos acreditar que longe do judiciário existe possibilidade de trabalho para os advogados.

Quer conhecer mais sobre este sistema? Acesse aqui.

Sinceramente, na minha humilde opinião, os advogados deveriam usar a seguinte hashtag: #QuantoMaisLongedoJudiciárioMelhor. Viver de petições, juízes, processo eletrônico e suas mazelas, etc… Enquanto, podemos ter largos campos de atuação na esfera administrativa, de orientação, consultiva, entre outros.

Advocacia não é apenas peticionar, pelo amor de Deus!

Mas, voltamos ao foco.

Para que serve este exemplo do divórcio colaborativo?

Para que possamos pensar que existe vida fora do judiciário.

Para que possamos pensar que os colegas advogados podem ser parceiros de negócios e não inimigos.

Para que possamos pensar que outros profissionais de outras áreas podem ser estratégicos e não custos para clientes.

Para que possamos pensar diferente, ao invés de achar que ser advogado é apenas peticionar para o judiciário e usar modelos para fazer a mesma coisa e reclamar que o resultado é o mesmo.

Enfim,  por que não ter divórcio colaborativo no Brasil?

Não vejo o porque não, sinceramente.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

GustavoRocha.com – Gestão e Tecnologia Estratégicas

Bruke Investimentos – Negócios,  Valuation, Fusões e Aquisições, Oportunidades

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