Queda da bastilha. E daí?

quedabastilhaDia 14 de Julho. Data da queda da bastilha. Data em que a prisão foi derrubada e tornou-se um ícone da revolução francesa.

Temos vivido no Brasil algo similar. Uma revolução social acontecendo e muitas bastilhas sendo derrubadas como ícones da tida revolução.

Contudo, como tudo que acontece no mundo, somente há uma revolução, uma mudança efetiva, se esta mudança começar em si mesmo. De nada adianta querer mudar o mundo se dentro de si tudo continua igual.

Então, a pergunta é: Qual é a sua bastilha?

O que realmente prende você em uma prisão?

Como assim?

Todos temos prisões. Alguns, são presos a tecnologia, ela é uma tormenta pra eles. Outros, se prendem a gestão, não conseguem organizar nem alguns papéis.

E você?

Já identificou suas principais bastilhas interiores? E luta para mudar esta prisão?

Na advocacia, sem gestão e tecnologia, estamos dentro de uma prisão. Estamos fadados a ficar presos dentro de uma ineficiencia, perda de tempo, muito trabalho para pouca produtividade, sem falar que em pouco tempo – com a vinda total do processo eletrônico – ficará o advogado sem gestão e tecnologia, sem profissão.

O que está você fazendo a respeito das prisões que o mundo em evolução tem proposto?

Você está sendo proativo?

Temos visto alguns profissionais não compreendendo esta evolução com o devido enfrentamento que deve ter. Alguns, pensam que tudo é simples, tudo é fácil, tudo vai ficar como está.

Ledo engano.

Nada será como antes. Tudo está em constante mudança e preparar-se com visão, foco e principalmente gestão e tecnologia é mais do importante: é essencial.

A data da queda da bastilha é 14 de Julho de 1789 e até hoje se comemora na França.

Qual a queda da sua bastilha? E quando vamos poder comemorá-la?

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br

2 comentários sobre “Queda da bastilha. E daí?

  1. Muito boa reflexão! Oportuna em todos os sentidos. Parabéns!
    A propósito os avanços tecnológicos privilegiam o atingimento dos fins eficientizando os meios e não invertendo os fatores. No campo do direito vale refletir sobre o risco desse tipo de inversão, imputando ao núcleo efetivo que deu causa ao processo relevância menor que a dos ritos. Está aí algo que pode ser uma bastilha a ser tomada.

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