[Semana Farroupilha] Igualdade

Nesta quinta-feira, 20 de Setembro, comemoramos no RS a data da revolução farroupilha, uma data que marca todo o RS de uma maneira indelével. Para tanto, escrevo sobre os três pilares da Bandeira do RS: Liberdade, Igualdade e Humanidade/Fraternidade.

Hoje temos a igualdade, trazendo a baila um escrito meu mais antigo para reflexão, discorrendo sobre o tema na visão corporativa:

Igualdade

Igualdade não apenas no conceito de salário ou pessoas. Igualdade no tratamento. Igualdade na forma de agir. Não podemos remunerar bem e esquecer que remuneramos o trabalho e não a pessoa. Remuneremos as atividades que ela deve desenvolver e não a pessoa em si, o que significa que podemos cobrar trabalho e não um escravo no nosso negócio.

O mesmo vale ao empregado. Tem que ter senso que sua remuneração advém do negócio, do crescimento do mesmo. Trabalhar uma hora a mais não é ser escravo. Pode ser um investimento no negócio. Se você acha que trabalhar um pouco a mais é ser escravo porque a empresa não te remunera adequadamente, procure outra empresa.

A igualdade entre empregador e empregado pode existir. Ambos precisam é ter a liberdade em si para verem a situação do outro e respeitarem as diferenças.

Sejamos iguais para os iguais e desiguais para os desiguais, já diz o direito.

Precisamos compreender que no ambiente corporativo, tentar tratar a todos como iguais gera insatisfação. Ninguém é igual. Todos são únicos no seu trabalho, pensar, agir.

Sendo assim, alguns se destacarão mais, outros menos. Alguns terão ascensão na carreira, outros não.

A igualdade de oportunidades deve ser um objetivo a ser alcançado. Nem sempre é possível, mas deve fazer parte do foco corporativo.

Se duas ou mais pessoas tem oportunidade de crescer, e estas estão em patamares iguais de nivelamento (escolaridade, tempo de empresa, conhecimento, etc), teremos então um bom exemplo para exercer a igualdade dentro do negócio. Todavia, algumas empresas trabalham com pessoas desiguais e querem lhes dar as mesmas oportunidades ou ainda, sequer dão a todas estas ditas oportunidades. Isto apenas se traduz em frustração e trabalho padronizado, sem nenhuma possibilidade de criatividade.

Vamos buscar o igual para quem é igual e não apenas discursos vazios de igualdade onde sequer pode haver o principio desta.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br

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