[Semana Farroupilha] Humanidade/Fraternidade

Nesta quinta-feira, 20 de Setembro, comemoramos no RS a data da revolução farroupilha, uma data que marca todo o RS de uma maneira indelével. Para tanto, escrevo sobre os três pilares da Bandeira do RS: Liberdade, Igualdade e Humanidade/Fraternidade.

Iniciamos com Humanidade/Fraternidade, trazendo a baila um escrito meu mais antigo para reflexão, discorrendo sobre o tema na visão corporativa:

Humanidade/Fraternidade

Se conseguirmos ver o mercado de forma fraterna, humana, podemos perceber – dentro da nossa liberdade de pensar e agir – que não temos concorrentes, temos possíveis parceiros. O mercado é enorme e nós somos únicos – enquanto pessoas e enquanto empresas – de maneira que somos contratados pela nossa maneira singular de prestar serviços, atender, gerar produtos e oportunidades.

Somos bilhões de pessoas buscando o mesmo ideal: Ser feliz. Queremos com nosso trabalho, amor e lazer buscar a nossa felicidade interior. Alguns pensam que o dinheiro traz isto, mas o dinheiro é consequencia da realização pessoal nossa, pois quando nos realizamos, trabalhamos mais e melhor, obtendo melhores resultados.

Agir com fraternidade no nosso dia a dia pode ser um diferencial competitivo importante, pois parcerias são uma forma de crescimento pujante no Brasil (inclusive com estrangeiros).

Além disto, devemos pensar com bastante objetividade: O que temos feito pela humanidade, ultimamente?

Não precisa ser a humanidade da China, pode ser com a humanidade do nosso colega de trabalho, pode ser em tornarmos mais gentis em nosso dia a dia, pode ser em tentar criar – aonde quer que estejamos – um ambiente fraterno.

A fraternidade se exerce criando em torno de nós mesmos uma egrégora.

Como assim?

Egrégora, segundo a Wikipédia:

Egrégora, ou egrégoro para outros, (do grego egrêgorein, Velar, vigiar), é como se denomina a entidade criada a partir do coletivo pertencente a uma assembléia, ou seja, é um campo de energia criado no Plano Astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões mentais e emocionais.

Ou seja, se queremos estar num ambiente profissional adequado, devemos fazer a nossa parte, devemos criar um inconsciente coletivo positivo, egrégora ou qualquer outro nome que queira dar.

O importante é que sejamos colaboradores de uma empresa em prol de um objetivo comum, quer dizer, um ambiente fraterno, coletivo, onde cada um faz a sua parte visando o benefício de todos e não apenas de si mesmo.

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr

www.gestao.adv.br  |  gustavo@gestao.adv.br

 

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