Encerrando ciclos

Um texto circula na internet com suposta autoria de Paulo Coelho ou Fernando Pessoa com o título Encerrando Ciclos. O texto se refere a algo que precisa ser visto com muita seriedade não apenas na vida pessoal, mas na vida profissional também.

Como assim?

Se cada profissional ao se forjar como tal aplicasse esta ideia de encerrar ciclos, a maturidade emocional e mais, até mesmo as negocioações corporativas seriam mais eficientes e eficazes.

Já diz um dos mandamentos do advogado: Esquece. A advocacia é uma luta de paixões. Se em cada batalha fores carregando tua alma de rancor, dia chegará em que a vida será impossível para ti. Terminado o combate, esquece tanto a vitória como a derrota.

Então? Aquela ação perdida, aquele prazo, não voltam atrás. Ficar remoendo esta situação não irá melhorá-la, mas sim transforma-la num problema eterno.

Aconteceu um problema? Vamos pensar no porque ele aconteceu, quais razões podemos ter para mudar procedimentos e padrões com vistas a evitar um novo problema. Culpar pessoas não é a solução adequada.

E mais: Vamos encerrar ali a situação. Dia, semana, mês novo, tudo novo. Devemos aprender com o passado a não errarmos mais, contudo, ficar vivendo no passado apenas nos traz desilusão,mágoas e nenhuma solução.

Leia o texto e reflita sobre sua inteligência emocional, suas atitudes diante das dificuldades. Isto faz toda diferença no universo corporativo.

 

Encerrando Ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final…
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos.
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu….
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor a fazer é deixar que elas realmente possam ir embora…

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração… e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”.
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

Esqueça quem você era, e passe a ser quem é.

(Desconheço Autor)

 

Depois desta reflexão, qual a sua conclusão? Você encerra ou mantém ciclos?

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Artigo escrito por Gustavo Rocha – Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

http://www.gestao.adv.br gustavo@gestao.adv.br

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