Divido com vocês uma estória engraçada, que poderia ser a realidade de uma decisão do escritório…
O sujeito vai ao psiquiatra.
Doutor – diz ele – estou com um problema.
Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo.
Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima.
Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima.
Estou ficando maluco!
Deixe-me tratar de você durante dois anos – diz o psiquiatra :
Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.
E quanto o senhor cobra? – pergunta o paciente.
R$ 220,00 por sessão – responde o psiquiatra.
Bem, eu vou pensar – conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
Por que você não me procurou mais? – pergunta o psiquiatra.
A 220 paus a consulta? Um sujeito num bar me curou por 10 reais.
Ah é? Como? – pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde :
Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama…
Em bom português: Quantas e quantas vezes queremos soluções mirabolantes para problemas simples?
Sempre digo que diante de um problema, tirando o sentimento, temos apenas um binômio: Sim ou Não.
Reflita na sua vida: Quantas decisões, tirando o sentimento, viraram uma decisão de sim ou não?
E quantas vezes somos tentados a soluções longas, cansativas, repetitivas, quiçá enroladoras para assuntos que um não resolveria…
Pense bem!
Cortar os pés da cama é a solução mais rápida e prática…
Achei a insinuação “quiçá enroladora” um tanto quanto ofensiva à classe dos Psiquiatras.
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Prezado Robert, obrigado pelo seu comentário!
Não penso desta forma e jamais ofenderia uma classe que trabalha unida ao trabalho de todos os advogados.
O termo “quiçá enroladora” está bem colocado no sentido de reflexão das nossas atitudes e não em cima de um texto exemplificativo.
Um ótimo final de semana!
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