Dia do homem. E?

15 de Julho, dia do homem.

Uma data que poucos sabem, ninguém comemora, poucos dão importância.

Em fato, diferente do dia da mulher (8 de Março) que foi criado em razão de uma tragédia que desencadeou uma séria de atitudes que puderam se transformar em maior igualdade entre os sexos, o dia do homem é uma construção filosofal.

Nesta data, aproveito a ideia filosófica lançada para uma reflexão diferente: Ser homem no que se considera ser homem.

Alguns dirão que ser homem é ter um pênis. Outros que ter filhos, ser um reprodutor. Outros por ser um conquistador.

Agora:

Ser homem ainda significa ganhar mais do que a mulher, sem necessariamente trabalhar mais ou melhor do que ela.

Ser homem ainda significa ter maior força bruta – vide lei Maria da Penha – sem ter o porque de usar tal força se não tiver uma inteligência antes ativa.

Ser homem ainda significa ser estúpido, grosso e desprovido de gentileza em prol dos hormônios que carrega, sem que isto mude algo a não ser o ambiente em que convive ou dirige.

Ser homem ainda é sinônimo de maior cargos de gerência e salário, embora tenha mudado nos últimos anos esta realidade (para o bem da própria humanidade).

Ser homem ainda é ser um estereótipo de futebol, mulher, cerveja e noitadas (não necessariamente nesta ordem) e pouco se busca de sua essência.

E qual é a sua essência?

Homem, um animal que além de ser pouco racional (pensa com duas visões: razão e sexo em conflito) em pouco ou nada se conhece.

Sabe apenas dos outros homens, mas de si mesmo, não importa, o que importa é viver, é curtir, é beber.

E quando falamos de clima no trabalho? Clima? Só se for clima com a colega de trabalho, pois clima em ambiente organizacional é coisa de mulher.

E das relações, pensamentos e compreensão na equipe? Deixa disto, mulheres se preocupam com isto.

Enfim, precisamos de mais mulheres para harmonizar, não é mesmo?

Óbvio que não são todos e muitos usam sua praticidade, razão (quando funciona sozinha sem o sexo envolvido) e virilidade para colocar competitividade e ambição no trabalho (características masculinas mais fortes – embora existam também no sexo feminino).

E ambos os sexos são úteis para o desenvolvimento de qualquer ambiente, pois um único pode trazer mazelas inerentes as características individuais de cada um.

E volto a questionar: E a sua essência?

Uma incógnita.

E não se diga que todo este texto não pode ser considerado profissional, pois estes ditos homens descritos acima é que hoje trabalham nas empresas e negócios do dia a dia.

Dia do homem. E? Que sejamos nós homens, homens, na essência de sermos mais homens, do que no estereótipo que temos.

#Ficaareflexão

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Artigo escrito por Gustavo Rocha

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