Comércio Móvel Virtual. Você está preparado? #TerçasdeNegócios

Todas as empresas devem se preparar para o comércio virtual, certo?

E para abrir seu capital?

E para os novos mercados?

E para o mercado de celulares e tablets (mercado móvel)?

Pegando carona nos gigantes mundiais, divido parte da notícia abaixo:

A China é uma país cuja referência de internet está, literalmente, de ponta cabeça. Os nomes que dominam a web no Ocidente não conseguem espaço no país oriental. O Google chinês, por exemplo, é o Baidu. E Amazon deles é o Alibaba, que acaba de anunciar que vai abrir o capital nos Estados Unidos, em uma oferta de ações que pode chegar a US$ 15 bilhões.

(…)

A rede varejista virtual foi fundada pelo ex-professor de inglês Jack Ma em 1999. Apesar de ser conhecida como a Amazon chinesa, o modo de operação do Alibaba é mais parecido com o eBay, nos Estados Unidos, e com o Mercado Livre, no Brasil. Eles não vendem produtos para o consumidor final, mas sim para empresas. No último trimestre de 2013, a empresa faturou US$ 1,75 bilhão. Bem menos que os US$ 15,8 bilhões que entraram no caixa da Amazon.
O forte do Alibaba é seu lucro. Sem muitos gastos para prestar seu serviço, a plataforma chinesa teve lucro de US$ 707 milhões no período (uma margem de 44,6% sob o faturamento), enquanto a Amazon registrou prejuízo de US$ 41 milhões.
(…)
Com o IPO, o Alibaba talvez tenha que dar uma resposta mais rápida a um problema que assombra a maioria das empresas que apareceram nos desktops: a mudança para a mobilidade. Os acionistas do Alibaba querem uma estratégia mais clara do gigante chinês para aumentar a venda por meio de tablets e smartphones. A companhia não divulga dados sobre esse mercado, mas o mercado estima que as vendas por dispositivos móveis represente 20% da receita do Alibaba.
O grande número de vendedores dentro do Taobao também começou a se tornar um problema. Com o aumento da concorrência, está cada vez mais difícil para os anunciantes comercializarem seus produtos e o investimento para conseguir destaque nos anúncios dentro da plataforma está cada vez maior. No último ano, um grande número de vendedores migrou para concorrentes.
Esses concorrentes são outra sombra para o Alibaba. Um dos que liga o alerta da companhia de Jack Ma é o QQ, da Tencent. A plataforma de mensagens foi uma das vias de e-commerce que apresentou maior crescimento no último ano – sob um número muito menor que o apresentado pelo Alibaba, contudo.
Segundo analistas, as plataformas de mensagens para smartphones são a principal ameaça para o Alibaba. O WeChat e o QQ, ambos da Tencent, são os que mais vendem na China. Combinados, eles têm 800 milhões de usuários.

Você já pensou em ter uma plataforma mobile de seus produtos e serviços?

Pelo menos seu site está preparado para ser acessado adequadamente de um celular ou tablet?

Não???

E como espera que os clientes encontrem você na internet?

Computadores estão cada vez sendo menos utilizados para compras on line. É muito mais prático usar um celular ou tablet.

Deixar para amanhã pode ser tarde, pois o concorrente já terá feito.

#PenseNisto

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Article by Gustavo Rocha

GestãoAdvBr CEO – Consultancy on Strategic Management and Technology

Bruke Investimentos CEO – Business, Valuation, M&A, Opportunities, Market Business and more.

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