Pensamento do final de semana: empresa tem alma?

Um interessante post este aqui, do Bob Wolhiem, questionando se a empresa tem alma.

Leiam o post, abaixo meus comentários:

“Outro dia fui entrevistado sobre o Twitter e o mundo dos negócios. Uma das minhas respostas para que a ferramenta pudesse funcionar no ambiente corporativo é que as ações da empresa no Twitter tivessem alma, fossem feitas por uma pessoa real e contivessem verdade.  Sem isso, ficará tudo absolutamente fake e disse que seria melhor não fazer.

A entrevista acabou e o jornalista não me fez uma pergunta que seria, a meu ver, a mais óbvia – e a mais importante: como uma empresa faz pra ter alma?

Mas eu me fiz essa pergunta. A resposta? Pois é, muito complicado. Quantas empresas do seu leque de consumo ou de desejo você consegue citar de cabeça que têm alma? 2, 3, quem sabe 4.

Se eu tirar Apple, Google, Land Rover, Harley Davidson e poucas outras, não consigo imaginar a alma da marca do meu sabonete, da pasta de dentes ou mesmo do papel higiênico. As marcas têm atributos, tem jeitos e campanhas. Mas poucas conseguem ter uma alma, uma essência.

Tudo bem se o mundo – a partir dos meios digitais – não tivesse se tornado muito mais transparente, direto, interativo e desnudado. Alma pra quê?
Enquanto uma marca podia apenas pagar comerciais na TV, dirigir e controlar sua mensagem, a alma fazia menos falta. Funcionava.

Hoje, em um mundo onde se fala das marcas e dos produtos pela web, comunidades, sites de comentários e opiniões e mesmo nos blogs e twitters pessoais, tudo ficou muito mais complicado. Não acho que dê mais apenas para fazer um gingle bonitinho que cante o produto e seus atributos e esperar que as pessoas saiam comprando por aí.

Qual a alma da Vivo, TIM, GM ou da Volkswagen? Unilever cria uma alma com aqueles comerciais dos funcionários montando o logo da empresa? Omo lava mais branco é alma ou apenas um slogan que já não emociona muita gente?

A realidade é que as notícias para o mundo do marketing moderno serão cada vez mais complexas: sem alma. Não vai ter desejo, compra nem caixa registradora tilintando e, ter alma não é nada simples. Nada simples.

Mas quem conseguir…  ;-)”


O seu escritório de advocacia tem alma?

Quantas vezes a paixão do sócio não consegue chegar no advogado que atende, a secretária que recepciona, o estagiário que protocola.

A alma, ao meu ver, está intimamente ligada a paixão.

A paixão por advogar.

A paixão por atender.

A paixão por resolver questões sociais.

Paixão, idealismo, enfim, alma, amor…

Pense e reflita sobre isto!

Autor: Gustavo Rocha

Consultor nas áreas de gestão, tecnologia e marketing estratégicos. Acesse: www.gustavorocha.com

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