Neste feriado prolongado deixo um texto que nos remete a uma reflexão fundamental sobre o dia dos mortos e o dia dos vivos:
A existência na terra é um livro que estás escrevendo: cada dia é uma página, cada hora é uma afirmação de tua personalidade através das pessoas e das situações que te buscam.
Não menosprezes o ensejo de criar uma epopéia de amor em torno do teu nome.
As boas obras são frases de luz que endereças à humanidade inteira.
Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista, e em cada demonstração de tua alma, gravas com tinta perene a história de tua passagem.
Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos.
A morte é a grande colecionadora, que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada em ti mesmo, nas vidas que te rodeiam.
Não desprezes a companhia da indulgência através da senda que o Senhor te deu a trilhar.
Fazei uma área de amor, em derredor do próprio coração, porque só o Amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te à escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e de esperança para quantos te seguem os passos.
Vive com Jesus na intimidade e no coração.
Não te afaste dele em tuas ações de cada dia, o livro da tua vida transformar-se-á num poema de felicidade e um tesouro de bençãos.
Psicografado por Chico Xavier, do espírito de Emmanuel