Com mais de 1,3 milhões de advogados, há espaço para a advocacia?

Para muitos, um mercado saturado, sem possibilidade de crescimento, estagnado e tantos outros adjetivos negativos.

Para outros – poucos é verdade – um mar de oportunidades.

Entretanto, o mercado está em alguns canais aquecido e estamos diante de alterações importantes para o marketing na advocacia.

Sobre mercado em si, notícias como o mercado de inovação e startups no Brasil que só em 2021 movimentou até agora 1,9 bilhões de dólares de aporte.

As dificuldades geradas pela pandemia que movimentam áreas específicas como previdenciário e trabalhista, sem esquecer do direito de família que viu crescer o número de inventários e divórcios.

Nuances da realidade que não param na sociedade: A advocacia está as portas de novas regras para a publicidade profissional.

O projeto de alteração do código de ética deve ser votado em Abril de 2021 e traz algumas mudanças significativas para balizar as regras da advocacia.

Destaque-se que nos primeiros artigos já há a definição de marketing jurídico, publicidade ativa e passiva, meios de comunicação permitidos, entre outros.

Igualmente define de forma clara as regras para as redes sociais e os limites éticos para tanto.

Ainda deixa pontos indefinidos, como a questão do que é ou não sobriedade na advocacia, tamanho e limites de placas dos escritórios, etc. 

Entretanto, mesmo com estas indefinições, será um avanço e um norte positivo para a advocacia possa dentro da ética encontrar mais espaço no mercado, principalmente neste período de pandemia e contatos eletrônicos, onde o virtual está sendo a regra e não a exceção.

Neste cenário complexo, seja pelo mercado que mudou e está em mutação, seja por novas regras que modificam o panorama de expressão da advocacia, é essencial que o profissional jurídico tenha em mente três pontos de atenção nevrálgicos:

  1. Observar o mercado de maneira clara, objetiva e sem sentimentalismos. Somente com a razão podemos acompanhar efetivamente o que está acontecendo.
  2. Posicionar-se dentro do código de ética atual e aproveitar as alterações quando entrarem em vigor para expandir a sua marca, sempre com foco na seriedade e profissionalismo.
  3. Diversificar as áreas de atuação ou  fixar parcerias, posto que advocacia pode crescer em conjunto, sem precisar estabelecer que o colega é um inimigo.

Em suma, há mercado para profissionais que tenham visão, façam planejamento com foco em execução e tenham persistência em prol dos seus projetos. 

O mercado não é um inimigo, é um aliado. O código de ética não é uma barreira, é uma forma de igualizar a advocacia e suas variantes.

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